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Óleos Funcionais | Emagrecimento
Óleos funcionais: qual é a melhor alternativa para o emagrecimento?

Famosos, óleo de coco, de cártamo e de linhaça se tornaram queridinhos da dieta. Porém, qual deles seria o melhor aliado na luta contra a balança?
Tachadas por muito tempo como inimigas da boa forma, as gorduras ganharam um novo papel quando o assunto é perda de peso. Graças a estudos recentes esse nutriente tem conquistado cada vez mais espaço no cardápio daqueles que desejam eliminar uns quilinhos extras. Isso porque, ao contrário do que muitos imaginam, seu consumo equilibrado pode facilitar a lipólise – processo de queima de gorduras do organismo. Evidências apontam que o aporte adequado de ácidos graxos beneficia diversas funções orgânicas, dentre elas, a síntese hormonal, a produção de energia e até mesmo a sensação de saciedade. Não é à toa os óleos funcionais ganham cada vez mais adeptos: extratos como o de coco, de cártamo e de linhaça são conhecidos como “gorduras boas” e entregam benefícios que vão muito além da silhueta. Sempre em pauta quando o assunto é luta contra a balança, qual deles será o melhor aliado na hora de turbinar a dieta?
Gordura para emagrecer? Sim!
Pode parecer estranho, mas se você está numa dieta e restringe o consumo gorduras, pode estar sabotando o resultado, pois, de acordo com a nutricionista Sinara Menezes, o nutriente é indispensável, mesmo nas dietas de emagrecimento “É importante destacar que alguns ácidos graxos são essenciais, ou seja, são fundamentais ao organismo, porém nosso corpo não consegue produzi-los espontaneamente. Sendo assim, é preciso adquiri-los através da alimentação para que a saúde não seja afetada. O emagrecimento não foge dessa premissa, pois diversas funções orgânicas relacionadas à eliminação de gordura e aproveitamento da energia dependem desse aporte nutricional”. Ou seja, conforme explica a profissional da Nature Center, se este nutriente for totalmente excluído da dieta, o próprio processo de queima de gorduras é prejudicado.
Porém, não é qualquer gordura que pode fazer parte do cardápio: as consideradas benéficas para o organismo, mais conhecidas como gorduras boas, são encontradas em algumas fontes específicas como o azeite, o abacate, peixes de águas frias e, principalmente, nos óleos funcionais. Uma dos efeitos positivos para o emagrecimento é que esses ácidos graxos são capazes de promover a saciedade, ou seja, o indivíduo que ingere adequadamente as fontes certas de gordura consegue controlar a fome e a ingestão calórica com muito mais facilidade. E quando se trata dos óleos funcionais, alguns possuem particularidades que podem ser ainda mais favoráveis à boa forma, vejam quais:
As particularidades
Óleo de Coco:
Extraído da famosa fruta tropical, este óleo pode ser encontrado tanto na versão refinada quanto na extra virgem. Rico em ácidos graxos de cadeia curta e média apresenta diversas vantagens para o organismo. Apesar de ser uma gordura saturada, sua característica bioquímica faz com que ele seja mais facilmente absorvido, sem precisar de lipoproteínas para fazer seu transporte na corrente sanguínea. Em virtude disso, seu aproveitamento como energia é maior, o que implica em menos chances dele ser depositado no tecido adiposo. Ou seja, o óleo de coco é melhor utilizado pelo corpo e, quando consumido adequadamente, não contribui para a formação dos temidos “pneuzinhos”. Outro ponto destacado pela nutricionista é seu poder termogênico: “principalmente o tipo extra virgem que, devido suas propriedades, é rapidamente convertido em energia no organismo e propicia uma elevação do gasto calórico.” Seu consumo regular favorece, inclusive, o controle da dieta: por retardar o esvaziamento gástrico, este óleo prolonga a sensação de estômago cheio, dando aquela força para quem quer emagrecer.
As vantagens do consumo não param por aí: rico em ácido láurico (substância encontrada também no leite materno), o óleo de coco possui ação antifúngica, favorecendo a imunidade. E mesmo sendo uma gordura saturada, estudos apontam que seu consumo equilibrado não altera negativamente o colesterol, pelo contrário, seria capaz de aumentar HDL (bom colesterol), sendo uma excelente alternativa para aqueles que se preocupam com a saúde do coração.
Ponto positivo: “É muito bem vindo na culinária, pois é resistente à altas temperaturas. Como mantém suas características mesmo quando exposto ao calor, pode fazer parte do preparo dos pratos quentes da dieta sem que suas propriedades sejam perdidas.” – explica Sinara.
Óleo de Cártamo:
Extraído da planta asiática Carthamus Tinctorius, o cártamo já é considerado um queridinho das dietas fitness. Seu óleo é rico ácidos graxos como o Ômega 6 (ácido linoleico) e Ômega 9 (ácido oleico). Uma das principais vantagens para a redução de medidas é o que ácido linoleico é capaz de inibir a ação da enzima LPL (lipase lipoproteica). E a atividade dessa enzima está intimamente ligada ao acúmulo de gordura, especialmente a localizada, pois essa substância é a responsável por carregar a gordura da corrente sanguínea para as células que compõem o tecido adiposo. O ácido oleico, por sua vez, regula a produção do hormônio do stress – o cortisol. Existe o consenso de que, quando elevado, este hormônio propicia o acúmulo de gordura, especialmente na região do abdômen. Estudos apontam, também, que o consumo de óleo de cártamo estimula a produção da adiponectina – um hormônio capaz de murchar as células de gordura e ainda reduzir o colesterol.
Ponto positivo: “O poder anti-inflamatório desse óleo pode melhorar, dentre outras coisas, o aspecto da pele e combater a celulite. Isso porque o cártamo é rico em vitamina E, um potente antioxidante. Além disso, evidências apontam que seu consumo é capaz de estimular a leptina, hormônio responsável pela saciedade. Sendo assim, o óleo de cártamo é mais uma alternativa para os que se preocupam com a boa forma”.
Óleo de Linhaça:
Extraído da semente de linhaça, o grande diferencial deste óleo que sua abundância em ácido alfa-linoleico (ALA) que, quando metabolizado pelo organismo, sem converte em Ômega 3 – um dos ácidos graxos fundamentais da dieta. Este composto é de extrema importância para o bom funcionamento do organismo, pois auxilia na redução dos processos inflamatórios. E você sabia que o acúmulo de gordura é um tipo de inflamação do tecido adiposo? Essa propriedade faz com que óleo atue também como regulador do colesterol. Além disso, o óleo é rico em vitamina E e possui efeito termogênico, ajudando a turbinar o metabolismo.
Ponto positivo: “Assim como o óleo de cártamo, ele possui Ômega 6, por também ser rico em Ômega3, é uma excelente alternativa para o óleo de peixe, especialmente para aqueles que seguem uma dieta vegetariana.”
Qual o melhor?
Com tantas particularidades é normal que surja a dúvida de qual deles é o melhor na hora de turbinar a dieta e, porque não, também a saúde. De acordo com a nutricionista, para pessoas saudáveis que não tenham restrições com o consumo de gorduras, o aconselhável e fazer um rodízio entre esses óleos para que todos os benefícios sejam atingidos. A profissional explica que isso é importante para garantir o equilíbrio, sobretudo quando se trata da ingestão dos Ômegas “A alimentação moderna é rica em Ômega 6 e pobre em Ômega 3, um cenário desfavorável ao organismo pois aumenta os processos inflamatórios. O ideal, portanto é que se busque um equilíbrio no consumo desses ácidos graxos, revezando estes alimentos tanto com o objetivo de variar a nutrição, quanto para diversificar o cardápio.” Obviamente, a recomendação pode mudar de acordo com o perfil e objetivo de cada indivíduo, por isso a importância do acompanhamento médico. Porém, quando consumidos de maneira equilibrada, dentro de uma dieta balanceada, todos podem trazer benefícios. Justamente por isso, a escolha mais acertada é variedade ou, até mesmo, a combinação desses óleos.
Óleo x Cápsulas
Diante disso, muitos podem se perguntar sob qual a melhor forma de consumo: os óleos ou as cápsulas? De acordo com nutricionista, uma questão importante a se avaliar na hora de comprar um óleo funcional é sua forma de extração “Esses óleos, com exceção do de coco, são sensíveis ao calor e podem ter suas propriedades afetadas quando aquecidos. Sendo assim, é importante verificar se o óleo foi obtido através da extração a frio, o que preserva seus nutrientes. Se for para usar no preparo dos alimentos, apenas o óleo de coco é liberado, os outros podem ser utilizados apenas em pratos frios como saladas. Neste sentido, o consumo de cápsulas pode ser interessante, uma vez que se garante a integridade do óleo, além de tornar a ingestão mais prática”.
Eficazes, mas quando usados com equilíbrio!
Sinara finaliza alertando que os óleos, apesar de significativamente benéficos, não fazem milagre sozinhos: “Não adianta tomar cápsulas ou abusar dos óleos esperando a gordura sumir. É preciso lembrar que estamos falando de alimentos ricos em gordura que, quando consumidos em excesso, vão igualmente levar ao ganho de peso. Portanto, não adianta incluir estes óleos na alimentação, mas continuar consumindo alimentos ricos em gorduras ruins, como a trans e a hidrogenada. Outro ponto fundamental é fugir do sedentarismo, exercício físico é sempre indispensável, mais um forte aliado nesse processo”.
Fonte: Nature Center
Nutrindo o Cérebro | Dieta Reforçada Auxilia na Memória e Concentração!
Cardápio adequado pode turbinar a resposta cognitiva, melhorar o pensamento e facilitar a assimilação.

Cada vez mais as pessoas vivenciam um cotidiano turbulento, em decorrência da correria e bombardeio de informações a todo o momento. Junto a tantas responsabilidades, sejam em casa ou no trabalho, a rotina contemporânea pode gerar o estresse, o mal do século que já atinge 90% da população mundial, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Porém, nos dias atuais, é fundamental contornar estes desafios e manter a mente ativa: seja no trabalho, nos estudos ou ate mesmo no lazer, a capacidade de concentração é determinante para tanto para o bem estar quanto para o sucesso nas atividades. Ao contrario do que muitos podem imaginar este problema não está relacionado apenas ao esgotamento físico: uma dieta desequilibrada também pode estar prejudicando o bom desempenho cerebral. Isso porque este órgão é um dos principais queimadores de energia do corpo, necessita de uma série de nutrientes para manter-se produtivo. Sendo assim, fortalecer a dieta e apostar nos alimentos certos pode ser a resposta para turbinar o pensamento.
Máquina robusta
Um dos principais órgãos do corpo humano, o cérebro é um grande queimador de energia. Para se ter uma ideia, o centro de comando do nosso corpo consome sozinho de 20 a 25% de toda a força produzida. De acordo com a nutricionista Sinara Menezes, para um adulto, isso pode representar até 500 calorias ao dia (numa dieta padrão de 2000 calorias) e “esse é apenas um dos fatores ligados à boa nutrição: além da questão energética, diversos micronutrientes são fundamentais para saúde cerebral”. Isso porque sua estrutura altamente complexa é também expressiva: além dos 86 bilhões de neurônios responsáveis pela condução dos impulsos nervosos, existem nada menos do que 16 diferentes tipos de células nervosas trabalhando continuamente para processar e transportar informação, como um grande computador.
Curiosamente, ainda estamos descobrindo como este sistema impressionante funciona: pesquisas recentes revelaram que, ao contrário do que se imaginava, determinadas regiões do órgão continuam a produzir novas células nervosas mesmo na fase adulta, num processo conhecido como neurogênese. Tamanho esforço, além de demandar uma carga energética significativa, depende do bom funcionamento dessas estruturas – questão diretamente ligada à nutrição. De acordo com Sinara “não somente pela questão cognitiva: quando a dieta está pobre em nutrientes, não serão afetados apenas a memória ou o raciocínio. A própria sensação de prazer, bem estar e lucidez podem ser prejudicados, uma vez que o aporte de vitaminas, sais minerais e outros micronutrientes está diretamente relacionado à ação dos neurotransmissores.”
Aliados do cérebro
Sendo assim, a dificuldade de concentração ou a irritabilidade ocasionais, causadas pela estafa do dia a dia, podem ser fruto de uma alimentação inadequada. “Neste âmbito, a dieta age em duas frentes: primeiro como combustível, para manter o sistema nervoso funcionando, depois como preventor, mantendo as estruturas saudáveis e combatendo a ação de agentes nocivos aos neurônios.” – explica a profissional da Nature Center, que também aponta quais nutrientes e alimentos podem ser considerados verdadeiros aliados do cérebro:
Memória potente
Uma das funções mais importantes e fascinantes do nosso cérebro, a memória, nos ajuda a definir quem somos e a identificarmos tudo que nos rodeia. E apesar de tão fundamental, é cada vez mais comum encontrar pessoas que alegam ter problemas de memória e aprendizado. Isso porque, além do processo natural do envelhecimento que provoca a perda de neurônios, o estilo de vida moderno prejudica a concentração e o foco, processos essenciais para a fixação da informação: é de conhecimento científico que nosso cérebro aprende por meio de repetições e reconhecimento de padrões. Contudo, o que fazer para que esses contratempos não afetem nossa capacidade de aprendizado?
De acordo com a nutricionista, uma alimentação rica em Colina, uma das vitaminas do Complexo B, favorece na síntese da acetilcolina – um dos principais neurotransmissores do cérebro humano, responsável, dentre outras coisas, por armazenar as informações. A deficiência dessa vitamina pode tornar a memória menos eficaz, prejudicar a coordenação motora e dificultar o aprendizado. Para se ter uma ideia da importância das vitaminas, é altamente recomendado que as gestantes façam a suplementação de ácido fólico (vitamina B9), pois esse nutriente é fundamental para prevenir contra a malformação do tubo neural no bebê. Porém, sua importância não se limita somente aos fetos: o folato é fundamental para a boa cognição e para a síntese de importantes neurotransmissores.
Turbinando a alimentação: “Aposte no ovo, que é rico em colina, assim como outras proteínas animais. Já as folhas verdes em geral, aspargos, brócolis e o abacate são boas fontes de ácido fólico”.
Lembre-se: sais minerais!
Outro nutriente de extrema importância é o magnésio: além de ser essencial para toda a saúde (ele está ligado à mais de 300 reações enzimáticas no organismo), se seu aporte não estiver adequado, o corpo não consegue produzir a acetilcolina – fundamental para a memória. Sua ingestão adequada melhora a plasticidade do cérebro – capacidade do órgão se reorganizar e fazer novas conexões entre os neurônios. Essa habilidade faz com que o cérebro se adapte diante da perda de células nervosas, ou até mesmo se remodele, de acordo com as experiências do individuo, a fim de melhorar sua resposta.
Outro sal mineral, o zinco, também merece destaque: esse nutriente age como um verdadeiro agente de limpeza no cérebro. Suas propriedades antioxidantes neutralizam a ação dos radicais livres – componentes que geram stress nas células e corrompem sua estrutura. Justamente por isso, seu aporte está relacionado a prevenção de doenças degenerativas como o Alzheimer. E não para por aí: o mineral também auxilia na eliminação de metais pesados e outras toxinas que podem se acumular e danificar as membranas celulares.
Turbinando a alimentação: “Enriqueça o cardápio com proteínas animas: carnes vermelhas e brancas e frutos do mar. Peixes, especialmente os de águas frias, como o salmão e a sardinha, são uma ótima opção: além de serem fontes de zinco, possuem Ômega 3, outro antioxidante benéfico ao cérebro. Já para aumentar o aporte de magnésio é recomendado investir em grãos, sementes e frutas como a banana e o abacate.”
Quem suplementa, raciocina melhor?
Diante de tantos nutrientes essenciais, muitos podem se questionar se é preciso suplementar para obter os benefícios. De acordo com Sinara, uma alimentação saudável e balanceada já é capaz de suprir essas necessidades. Porém, em alguns casos específicos, nos quais a variedade de alimentos é limitada ou a absorção é prejudicada, a suplementação pode ser interessante para contornar problemas da dieta. “Vegetarianos ou veganos, por exemplo, podem ter um aporte menos de determinadas vitaminas e sais minerais que se encontram em maior valor biológico em proteínas animais, por exemplo. Nesses casos, é interessante consultar um médico para avaliar se essa restrição alimentar não está por trás de sintomas como fadiga, dificuldade de concentração e outros problemas ligados ao sistema nervoso.”
Vilões do pensamento x medidas de apoio
Porém, não basta apenas caprichar no cardápio: outras medidas são essenciais para garantir o bom funcionamento do cérebro. A atividade física é uma delas: além de estimular a liberação de neurotransmissores, sair do sedentarismo beneficia a oxigenação cerebral e combate fatores que prejudicam o sistema nervoso, como o colesterol e a hipertensão arterial.
O sono é outro fator extremamente relevante para melhorar a função cognitiva: boa parte da fixação da informação e aprendizagem acontece durante o período noturno. É durante o descanso que o corpo faz a manutenção das principais estruturas: a melatonina, um hormônio produzido pela glândula pineal, é responsável por regular o relógio biológico, eliminar radicais livres e outras substâncias nocivas do organismo. A secreção dessa substância, curiosamente, se acelera quando somos expostos a ambientes escuros, justificando seu apelido de hormônio do sono.
E para finalizar, suplementar sem cuidar dos hábitos alimentares também não basta “A alimentação balanceada é fundamental, pois nenhum nutriente age sozinho, de forma isolada. É preciso seguir um cardápio equilibrado, até mesmo porque alguns hábitos do dia a dia podem prejudicar a produtividade cerebral. Alimentos extremamente doces e gordurosos, produtos altamente processados, álcool e fumo podem ser significativamente danosos tanto para o cérebro quanto para a saúde como um todo” – finaliza Sinara.
Fonte: Nature Center
Quer Emagrecer? | Green Coffee Slim
Green Coffee Slim auxilia na eliminação de gorduras e redução de medidas.
Com a virada do ano, muitas pessoas decidem fazer promessas para serem realizadas no ano que está chegando, dentre as mais comuns está a vontade de emagrecer e conquistar o corpo desejado. Para chegarem em seus objetivos, muitas pessoas se matriculam nas academias, lotam parques ou praticam esporte, mas algumas se esquecem a importância de outros elementos fundamentais para o emagrecimento como, por exemplo, a dieta balanceada acompanhada de uma rotina frequente de exercícios. Um problema que muitos ansiosos pelo emagrecimento não percebem é a utilização de dietas que não foram personalizadas para seu corpo, peso e idade. Alguns costumam seguir regimes de amigos, das revistas ou inventam seus próprios na ânsia de emagrecer rápido sem a orientação de um especialista, o que muitas vezes pode gerar o efeito reverso ao desejado e acabar prejudicando a saúde e bem estar do corpo.
Outros métodos usados para emagrecer que também podem atrapalhar o bom funcionamento do corpo é a utilização de remédios, com ingredientes de valor químico que até podem auxiliar no emagrecimento, mas prejudicam outras partes do corpo. Para proporcionar uma melhora ao corpo e auxiliar no emagrecimento sem prejudicar a saúde do corpo surgiu há um tempo os suplementos alimentares que potencializam os treinos e dietas, dentre os mais famosos e utilizados está o green coffee slim, potente termogênico e antioxidante.
Café verde emagrece?
O café verde possui propriedades potentes que ajudam a emagrecer. Acompanhado de uma rotina de exercícios e dieta equilibrada, o suplemento alimentar pode ter seu efeito termogênico potencializado, que utiliza o acúmulo de gordura no corpo como fonte de energia para a realização de atividades físicas e assim, ajuda a diminuir medidas. Graças ao ácido clorogênico presente na fórmula, além da eliminação da gordura, o corpo pode ter sua saúde beneficiada, pois ele auxilia na diminuição da glicose no sangue, evitando assim, o surgimento da diabetes ou até mesmo a controlando.
Outro potente termogênico presente nas cápsulas de café verde é a cafeína, fonte de energia para o dia a dia e essencial para a realização de atividades físicas. A cafeína também possui um efeito diurético que ajuda a eliminar líquido do corpo, diminuindo o inchaço e ao mesmo tempo, ajudando a reduzir peso. Dentre os benefícios do café verde também está sua ação antioxidante que combate as moléculas instáveis causadoras do envelhecimento precoce e das celulites. Por meio de sua fórmula com componentes vigorosos, café verde funciona como um forte combatente de gorduras acumuladas no corpo e, saudável suplemento natural.
Como o café verde funciona?
Composto por elementos totalmente naturais, comprar café verde é ter certeza de diminuir o risco de hipertensão, aumentar a resistência cardiovascular e melhorar a saúde digestiva, pois ele possui um poderoso efeito detox. Por não possuir uma fórmula composta por ingredientes químicos, as cápsulas de café verde não causam dependência no organismo e nem sobrecarregam o fígado e os rins, órgãos vitais para o bom funcionamento do corpo. O suplemento também é indicado para quem possui uma fome incontrolável, pois ele atua como inibidor de apetite e ajuda a controlar os desejos de consumir alimentos de alto valor calórico.
O café verde deve ser tomado antes das principais refeições, uma cápsula duas vezes por dia. Para que ele possa ter um rendimento que demonstre resultados mais rápidos é recomendado que seja usado junto a uma dieta e rotina frequente de exercícios.
Fórmula potente
Ácido clorogênico
Principal componente da fórmula do green coffee, o ácido clorogênico é um termogênico que auxilia na melhoria do funcionamento do metabolismo hepático, o que oferece um estímulo ao fígado para utilizar a gordura como fonte de energia. Desta forma, o ácido não só reduz o aglomerado de gordura no abdômen, mas também impede que ele se concentre no fígado, auxiliando na redução de medidas e beneficiando o bem-estar do corpo. Além disso, o ácido auxilia na diminuição de glicose, o que fornece um efeito antidiabético no sangue e controla o apetite.
O composto é um fitoquímico encontrado em diversas plantas e alimentos, mas sua maior concentração é no café verde, ou seja, sem ter passado pelo processo de torrefação, que diminui em quantidade significativa a concentração do ácido no grão. Por possuir uma substância de ação colagoga, ou seja, que auxilia na regulagem do fluxo da bílis e impede efeitos prejudiciais como a formação de cálculos biliares, mais comuns em mulheres e doenças no fígado como a cirrose e o câncer.
Antioxidantes
Assim como o ácido clorogênico, o café verde possui uma ação antioxidante que auxilia no combate aos radicais livres, elementos tóxicos causadores das marcas de envelhecimento, prejudiciais às células saudáveis do corpo, o que danifica o fornecimento de energia no corpo e pode ajudar a acumular uma grande quantidade de gordura no organismo. Em excesso, essas moléculas instáveis podem ser tóxicas e auxiliar na aparição de doenças como catarata, arteriosclerose e artrite, além de causar o enfraquecimento do sistema imunológico. Um importante combatente são os antioxidantes, moléculas de carga positiva presentes na fórmula do green coffee slim que se juntam aos radicais livres e os tornam inofensivos.
Cafeína
Muito conhecida entre os amantes do café, a cafeína e um potente termogênico natural. Junto com o ácido clorogênico, essa substância ajuda a transformar a gordura em uma potente fonte de energia para as células, assim o café verde emagrece quem o consome na quantidade ideal, aliado a uma rotina de exercícios e dieta regrada. Assim como as substâncias presentes nos energéticos, a cafeína é considerada um potente aditivo que muda o funcionamento do corpo e o comportamento dele. Além disso, o consumo do grão de café antes de realizar exercícios físicos diminui a percepção de dor durante os treinos e permite maior durabilidade e resistência.
Outra função importante da cafeína é o efeito diurético que elimina líquido do corpo, diminuindo o peso também, por conta disso quem a consome deve ingerir bastante água, sobretudo em dias quentes ou durante a prática de esporte, para repor o que foi eliminado. É preciso ter atenção apenas na quantidade ingerida, pois essa é uma substância que inibe a atuação do neurotransmissor chamado adenosina, conhecido como tranquilizante para o sistema nervoso central, que ao se ligar aos receptores cerebrais, incentiva o sono e reduz as atividades das células nervosas. O consumo exagerado de cafeína durante o dia pode diminuir a atividade cerebral, concentração, atenção e fadiga cerebral.
Contraindicação do café verde
Mesmo que o café verde seja um produto natural, o suplemento possui algumas contraindicações como para pessoas com hipertensão, hipertireoidismo, gastrite crônica, úlceras gastroduodenais e com problemas hepáticos e reumáticos. É necessário reforçar também que, por mais que não seja um remédio, a orientação de um médico ou nutricionista é essencial.
Assim como o cuidado com o corpo, é preciso ter atenção também com o local onde os suplementos são comprados, pois a qualidade do produto é a prioridade. A Nature Center está há mais de dez anos no mercado e possui certificado de qualificação dos órgãos de saúde, por isso não esquente a cabeça e entre agora no nosso site para conhecer os produtos.
Indicações de: Sinara Menezes, nutricionista formada pelo Centro Universitário de Belo Horizonte, com especialização em Nutrição Clínica pelo Ganep. Possui ampla experiência em atendimento nutricional em clínicas e academias. Trabalhou na área de saúde pública em Posto de Saúde e merenda escolar, além de atuar como representante técnica em nutrição parenteral e enteral.














