Confirmado! Kylie Jenner é a nova garota propaganda da Puma.

Kylie Jenner a irmã mais nova de Kim Kardashian vai ser a nova face da marca. Quem foi apanhado em falso com isto foi Kanye West.

Alguém que segure o #KanyeWest !!!
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Alguém que segure o #KanyeWest !!!



Patrocinada pela gigante da tecnologia, a Apple, a exposição de moda “Manus x Machina: Fashion in an Age of Technology”, é um evento focado na relação entre a alta costura artesanal e a moda feita a máquina. A exposição apresentará peças de alta costura, prêt-à-porter e técnicas artesanais como bordados, pregas e rendas, plissados e as novas tecnologias como corte a laser, modelagem térmica, tricô circular e impressão 3D.
A exposição abrirá em 5 de Maio e poderá ser vista até 14 de agosto de 2016 no The Costume Institute do Metropolitan Museum of Art’s em Nova York. A mostra vai explorar a questão de como a moda chegou a um ponto em que deve abraçar as novas tecnologias, a fim de inovar à medida que entramos em uma nova era. Andrew Bolton, curador da Costume Institute, explica: “Tradicionalmente, a distinção entre a alta costura e o prêt-à-porter foi basicamente o feito à mão e o feito à máquina. Mas, recentemente, esta distinção se tornou cada vez mais tênue, pois ambas as disciplinas adotaram as práticas uma da outra.”

O patrocínio da Apple na exposição, está no seu interesse constante em encontrar o seu lugar entre as marcas de moda devido ao lançamento de seu relógio inteligente Apple Watch. A Apple e demais empresas de eletrônicos sabem que o futuro da eletrônica serão as roupas inteligentes. Mais de 100 peças dos mais diversos estilistas serão exibidos, a partir de um vestido de tule criado por Charles Frederick Worth de 1880 para um terno e saia com impressão 3D da Chanel de 2015. A exposição vai abordar a fundação da alta-costura no século 19, quando a máquina de costura foi inventada, e a distinção entre o feito à mão (manus) e a máquina (machina).

A relação da moda com a tecnologia começou com a invenção dos teares mecânicos na revolução industrial do século 18 que possibilitaram a massificação e barateamento das roupas, mas agora com novas tecnologias de impressão 3D, tricô 3D, corte a lazer, estamparia digital, nanotecnologia e tecidos inteligentes, a indústria da moda está ganhando um rumo totalmente novo.

O que todos estes exemplos revelam é que o feito à mão e o feito a máquina trabalham em conjunto na criação de moda para alta costura e prêt-à-porter. Ao tentar desvendar, bem como conciliar a relação de oposição entre o artesanal e o industrial, a exposição pretende avançar num novo paradigma que é mais relevante para a moda atual e as novas tecnologias.
Quem estiver por lá vale a pena visitar!
Fonte: StyloUrbano
A tecnologia da realidade virtual terá grande utilidade na indústria da moda. Através da iniciativa Democratic Front Row, organizado pela Tele2 e a Semana de Moda de Estocolmo, pessoas do mundo todo puderam ter assento a primeira fila do desfile da estilista Ida Klamborn. Ida está usando a tecnologia para democratizar os desfiles de moda, substituindo as celebridades nas primeiras filas por robôs com câmeras embutidas, que registraram ao vivo, o que estava acontecendo na passarela para que os fãs da estilista pudesse acompanhar tudo onde estiverem.

O tema deste ano 2016 para a Semana de Moda de Estocolmo foi “Moda e Tecnologia”, e a Democratic Front Row mostrou como a indústria da moda sueca não tem medo de abrir novos caminhos ao abraçar novas tecnologias. Os óculos VR serão utilizados tanto para assistir a um desfile tradicional ao vivo como também para desfiles feito inteiramente em realidade virtual, onde os cenários e as modelos são quase indistinguíveis da realidade.

Munidos com um smartphone e um Google Cardboard, qualquer um que baixasse o app poderia se transportar para a primeira fila do desfile.
Qualquer um pôde assistir ao desfile de Ida Klamborn em tempo real durante o seu show em 3 de fevereiro de 2016 através da aplicativo “Front Row”, que é compatível com o Google Cardboard. Ao pressionar “Like” o usuário pôde assistir o desfile ao vivo no aplicativo que foi transmitido pelos 3 robôs na primeira fila. Os robôs se acenderam num tom de rosa mais intenso expressando instantaneamente as reações dos fãs. Ida Klamborn, então, utilizou os dados e o engajamento para avaliar o seu desfile.

“Com o Democratic Front Row queremos mostrar como a conectividade pode ser usada de uma maneira mais imersiva. Nós amamos questionar sabedorias convencionais. O mundo da moda é normalmente fechado para um grupo seleto, mas com esse projeto vamos mudar isso e convidar o público a participar do Fashion Week em Estocolmo”, disse Karl Skoog, Gerente de Engajamento de Marca da operadora de telecomunicações Tele2 que forneceu a tecnologia de realidade virtual para o desfile.
“Usando a tecnologia da realidade virtual, podemos transmitir ao vivo o envolvimento do consumidor que será medido instantaneamente. Isso é incrivelmente útil para marcas e algo que eu acredito que vai se tornar a norma no futuro”, diz Emma Ohlson, secretária-geral da Associação Sueca de Marcas de Moda, organizadora da Semana de Moda de Estocolmo.
Espia Só!
Fonte: StyloUrbano
A NASA, USAID, Nike e o Departamento de Estado dos EUA estão trabalhando juntos numa aceleradora internacional com foco em inovações sustentáveis e bem social. Em 2010, o quarteto fez parceria com a LAUNCH, uma espécie de incubadora de startups que tem se dedicado a solucionar o impacto ambiental, econômico e social dos métodos de fabricação atual até o ano de 2020. Isso significa numa reformulação dos produtos que usamos todos os dias, e introdução de novos compostos para tomar o lugar dos materiais mais caros e menos ecologicamente sensíveis ao meio ambiente.

Foram escolhidos pelo programa dez empresas inovadoras que participaram de um fórum de três dias na NASA para trocar ideias e colaborar com um conselho de especialistas com o intuito de tornar a sustentabilidade uma norma nas indústrias, incluindo a moda. Conheça as 10 inovações discutidas, e o potencial de mudança que cada uma representa.
1. QMilk : Milhões de litros de leite azedam anualmente e não servem para consumo humano, para solucionar esse desperdício uma empresa alemã criou um tecido maravilhoso que compete com o algodão. A QMilk começou a fabricação de protótipos de uma nova fibra antimicrobiana, resistente a chamas e feita inteiramente de leite. A fibra super macia é 100% biodegradável, criada apenas com recursos renováveis através da caseína do leite azedo, produz desperdício zero e pode ser usado para fazer roupas e tecidos de decoração.

2. Geckskin : Adesivos inspirados nas patas de lagartos, mas sem o resíduo. A startup americana projetou o produto para se prender e soltar sobre as superfícies repetidamente, sem perder as suas propriedades adesivas. Pense nisso como um poderoso velcro, mas que nunca perde sua força. As aplicações potenciais incluem o setor de eletrodomésticos, militar e moda. A Geckskin ainda está em seus primeiros estágios, e vai legar ainda um tempo antes de colocar seu produto no mercado.

3. Barktex : Couro feito de casca de madeira? É isso mesmo, transformando a casca de árvore num material que lembra couro, o processo envolve a remoção da casca exterior das árvores, absorvendo essas tiras em água e, em seguida, através de um processo composto, transforma as tiras em um material que funciona como couro para as mais diversas aplicações.
O projeto foi concebido para ser de baixa energia, ecologicamente seguro e fornecer emprego a centenas de agricultores em Uganda na África. O objetivo é levar esse modelo para outras partes da África e do mundo em desenvolvimento. O vídeo abaixo mostra o couro de árvore, muito legal.
4. Blue Flower : Uma iniciativa têxtil que visa apoiar e capacitar as mulheres em situação de risco e reduzir o impacto ambiental da fabricação. O fundador da empresa, a designer de moda Eileen Fisher, quer criar cadeias de valor sustentáveis em todo o mundo. A iniciativa destina-se a ajudar as comunidades pobres a desenvolver de bio-fibras de baixo impacto provenientes de roupas de segunda mão, substituindo a viscose, um têxtil artificial tratado com produtos químicos tóxicos.

5. Seda artificial de abelhas: Seda bio-sintética produzida através da fermentação dos casulos onde as abelhas estocam o mel. O processo foi criado pela agência de ciência nacional da Austrália, CSIRO, e utiliza bactérias geneticamente modificadas para reproduzir as “teias”, altamente flexíveis que podem ser usadas para tecelagem e tricô, ou enrolados em esponjas, filmes transparentes ou nanofibras.

6. Ambercycle : Essa startup utiliza micróbios modificados para degradar as garrafas de plástico, como as de refrigerante, tornando a reciclagem do plástico rentável e sustentável. O sistema reduz o custo da reciclagem e utiliza processos orgânicos sem pegada de carbono. Isso também permite que os produtores possam fazer a reutilização dos plásticos e removê-los dos aterros. A Ambercycle foi uma das selecionadas para a competição Global Change Award da H&M.

7. Benigna by Design : Essa startup recolhe e analisa os dados para entender o impacto dos tecidos, e a intenção é mostrar para as empresas como o desgaste têxtil leva à poluição da fibra, e oferecer soluções para o controle de emissões. A Benigna criou um sistema de análise que cientificamente seleciona o material de melhor custo-benefício com o menor impacto ecológico. O Dr. Mark Anthony Browne, que surgiu com a ideia durante o seu pós-doutorando na Universidade da Califórnia , diz que seu programa “vai criar tecidos mais eficazes e de baixo custo que poluem menos e tem menos fibras tóxicas … em todo o seu ciclo de vida.”

8. Ecovative : Imagine uma embalagem totalmente biodegradável e isolante feita de cogumelos? O produto é projetado para servir como um substituto para o poliestireno, um polímero sintético utilizado para produzir produtos prejudiciais ao meio ambiente, tais como copos de isopor e material de embalagem. As embalagens da Ecovative “podem ser compostadas a baixas temperaturas em pilhas de compostagem doméstica, e elas vão se desfazer naturalmente“, explica o diretor de design, Sam Harrington. Outros usos para o material são sandálias, pranchas de surf e isolamento.
9. BioCouture : Cria materiais sustentáveis através de micróbios, transformando-os em alta costura. O conceito foi criado pelo designer de moda Suzanne Lee, que prevê que a celulose microbiana é um catalisador que pode revolucionar a moda. A celulose microbiana pode ser cultivada em um balde e utilizada para criar couros biodegradáveis para roupas e acessórios. E, de acordo com sua filosofia “faça você mesmo”, Lee também planeja usar o BioCouture para compartilhar receitas e ferramentas educacionais.

10. CRAiLAR: Essa empresa quer tornar o linho competitivo em custos e conforto, com o algodão. Além de sua ampla disponibilidade em todo o mundo, o linho também usa muito menos água, pesticidas e terra para plantio do que o algodão, resultando em emissões de CO2 mais baixas. O processo da CRAiLAR utiliza menos de 97% da água do ciclo de vida necessária para produzir um quilograma de algodão. O produto final é uma fibra suave e natural que é praticamente indistinguível do algodão, sem o preço elevado.

Vocês acham que essas inovações podem realmente mudar o mundo? Ou as expectativas delas são um pouco elevadas? Compartilhe seus pensamentos nos comentários.
Fonte: StyloUrbano