Óleos Funcionais | Emagrecimento

Óleos funcionais: qual é a melhor alternativa para o emagrecimento?

Foto Reprodução

Famosos, óleo de coco, de cártamo e de linhaça se tornaram queridinhos da dieta. Porém, qual deles seria o melhor aliado na luta contra a balança?

Tachadas por muito tempo como inimigas da boa forma, as gorduras ganharam um novo papel quando o assunto é perda de peso. Graças a estudos recentes esse nutriente tem conquistado cada vez mais espaço no cardápio daqueles que desejam eliminar uns quilinhos extras. Isso porque, ao contrário do que muitos imaginam, seu consumo equilibrado pode facilitar a lipólise – processo de queima de gorduras do organismo. Evidências apontam que o aporte adequado de ácidos graxos beneficia diversas funções orgânicas, dentre elas, a síntese hormonal, a produção de energia e até mesmo a sensação de saciedade. Não é à toa os óleos funcionais ganham cada vez mais adeptos: extratos como o de coco, de cártamo e de linhaça são conhecidos como “gorduras boas” e entregam benefícios que vão muito além da silhueta. Sempre em pauta quando o assunto é luta contra a balança, qual deles será o melhor aliado na hora de turbinar a dieta?

Gordura para emagrecer? Sim!

Pode parecer estranho, mas se você está numa dieta e restringe o consumo gorduras, pode estar sabotando o resultado, pois, de acordo com a nutricionista Sinara Menezes, o nutriente é indispensável, mesmo nas dietas de emagrecimento “É importante destacar que alguns ácidos graxos são essenciais, ou seja, são fundamentais ao organismo, porém nosso corpo não consegue produzi-los espontaneamente. Sendo assim, é preciso adquiri-los através da alimentação para que a saúde não seja afetada. O emagrecimento não foge dessa premissa, pois diversas funções orgânicas relacionadas à eliminação de gordura e aproveitamento da energia dependem desse aporte nutricional”. Ou seja, conforme explica a profissional da Nature Center, se este nutriente for totalmente excluído da dieta, o próprio processo de queima de gorduras é prejudicado.

Porém, não é qualquer gordura que pode fazer parte do cardápio: as consideradas benéficas para o organismo, mais conhecidas como gorduras boas, são encontradas em algumas fontes específicas como o azeite, o abacate, peixes de águas frias e, principalmente, nos óleos funcionais. Uma dos efeitos positivos para o emagrecimento é que esses ácidos graxos são capazes de promover a saciedade, ou seja, o indivíduo que ingere adequadamente as fontes certas de gordura consegue controlar a fome e a ingestão calórica com muito mais facilidade. E quando se trata dos óleos funcionais, alguns possuem particularidades que podem ser ainda mais favoráveis à boa forma, vejam quais:

As particularidades

Óleo de Coco:

Extraído da famosa fruta tropical, este óleo pode ser encontrado tanto na versão refinada quanto na extra virgem. Rico em ácidos graxos de cadeia curta e média apresenta diversas vantagens para o organismo. Apesar de ser uma gordura saturada, sua característica bioquímica faz com que ele seja mais facilmente absorvido, sem precisar de lipoproteínas para fazer seu transporte na corrente sanguínea. Em virtude disso, seu aproveitamento como energia é maior, o que implica em menos chances dele ser depositado no tecido adiposo. Ou seja, o óleo de coco é melhor utilizado pelo corpo e, quando consumido adequadamente, não contribui para a formação dos temidos “pneuzinhos”.  Outro ponto destacado pela nutricionista é seu poder termogênico: “principalmente o tipo extra virgem que, devido suas propriedades, é rapidamente convertido em energia no organismo e propicia uma elevação do gasto calórico.” Seu consumo regular favorece, inclusive, o controle da dieta: por retardar o esvaziamento gástrico, este óleo prolonga a sensação de estômago cheio, dando aquela força para quem quer emagrecer.

As vantagens do consumo não param por aí: rico em ácido láurico (substância encontrada também no leite materno), o óleo de coco possui ação antifúngica, favorecendo a imunidade. E mesmo sendo uma gordura saturada, estudos apontam que seu consumo equilibrado não altera negativamente o colesterol, pelo contrário, seria capaz de aumentar HDL (bom colesterol), sendo uma excelente alternativa para aqueles que se preocupam com a saúde do coração.

Ponto positivo: “É muito bem vindo na culinária, pois é resistente à altas temperaturas. Como mantém suas características mesmo quando exposto ao calor, pode fazer parte do preparo dos pratos quentes da dieta sem que suas propriedades sejam perdidas.” – explica Sinara.

Óleo de Cártamo:

Extraído da planta asiática Carthamus Tinctorius, o cártamo já é considerado um queridinho das dietas fitness. Seu óleo é rico ácidos graxos como o Ômega 6 (ácido linoleico) e Ômega 9 (ácido oleico). Uma das principais vantagens para a redução de medidas é o que ácido linoleico é capaz de inibir a ação da enzima LPL (lipase lipoproteica). E a atividade dessa enzima está intimamente ligada ao acúmulo de gordura, especialmente a localizada, pois essa substância é a responsável por carregar a gordura da corrente sanguínea para as células que compõem o tecido adiposo. O ácido oleico, por sua vez, regula a produção do hormônio do stress – o cortisol. Existe o consenso de que, quando elevado, este hormônio propicia o acúmulo de gordura, especialmente na região do abdômen. Estudos apontam, também, que o consumo de óleo de cártamo estimula a produção da adiponectina – um hormônio capaz de murchar as células de gordura e ainda reduzir o colesterol.

Ponto positivo: “O poder anti-inflamatório desse óleo pode melhorar, dentre outras coisas, o aspecto da pele e combater a celulite. Isso porque o cártamo é rico em vitamina E, um potente antioxidante. Além disso, evidências apontam que seu consumo é capaz de estimular a leptina, hormônio responsável pela saciedade. Sendo assim, o óleo de cártamo é mais uma alternativa para os que se preocupam com a boa forma”.

Óleo de Linhaça:

Extraído da semente de linhaça, o grande diferencial deste óleo que sua abundância em ácido alfa-linoleico (ALA) que, quando metabolizado pelo organismo, sem converte em Ômega 3 – um dos ácidos graxos fundamentais da dieta. Este composto é de extrema importância para o bom funcionamento do organismo, pois auxilia na redução dos processos inflamatórios. E você sabia que o acúmulo de gordura é um tipo de inflamação do tecido adiposo? Essa propriedade faz com que óleo atue também como regulador do colesterol. Além disso, o óleo é rico em vitamina E e possui efeito termogênico, ajudando a turbinar o metabolismo.

Ponto positivo: “Assim como o óleo de cártamo, ele possui Ômega 6, por também ser rico em Ômega3, é uma excelente alternativa para o óleo de peixe, especialmente para aqueles que seguem uma dieta vegetariana.”

Qual o melhor?

Com tantas particularidades é normal que surja a dúvida de qual deles é o melhor na hora de turbinar a dieta e, porque não, também a saúde. De acordo com a nutricionista, para pessoas saudáveis que não tenham restrições com o consumo de gorduras, o aconselhável e fazer um rodízio entre esses óleos para que todos os benefícios sejam atingidos. A profissional explica que isso é importante para garantir o equilíbrio, sobretudo quando se trata da ingestão dos Ômegas “A alimentação moderna é rica em Ômega 6 e pobre em Ômega 3, um cenário desfavorável ao organismo pois aumenta os processos inflamatórios. O ideal, portanto é que se busque um equilíbrio no consumo desses ácidos graxos, revezando estes alimentos tanto com o objetivo de variar a nutrição, quanto para diversificar o cardápio.” Obviamente, a recomendação pode mudar de acordo com o perfil e objetivo de cada indivíduo, por isso a importância do acompanhamento médico. Porém, quando consumidos de maneira equilibrada, dentro de uma dieta balanceada, todos podem trazer benefícios. Justamente por isso, a escolha mais acertada é variedade ou, até mesmo, a combinação desses óleos.

Óleo x Cápsulas

Diante disso, muitos podem se perguntar sob qual a melhor forma de consumo: os óleos ou as cápsulas? De acordo com nutricionista, uma questão importante a se avaliar na hora de comprar um óleo funcional é sua forma de extração “Esses óleos, com exceção do de coco, são sensíveis ao calor e podem ter suas propriedades afetadas quando aquecidos. Sendo assim, é importante verificar se o óleo foi obtido através da extração a frio, o que preserva seus nutrientes. Se for para usar no preparo dos alimentos, apenas o óleo de coco é liberado, os outros podem ser utilizados apenas em pratos frios como saladas. Neste sentido, o consumo de cápsulas pode ser interessante, uma vez que se garante a integridade do óleo, além de tornar a ingestão mais prática”.

Eficazes, mas quando usados com equilíbrio!

Sinara finaliza alertando que os óleos, apesar de significativamente benéficos, não fazem milagre sozinhos: “Não adianta tomar cápsulas ou abusar dos óleos esperando a gordura sumir. É preciso lembrar que estamos falando de alimentos ricos em gordura que, quando consumidos em excesso, vão igualmente levar ao ganho de peso. Portanto, não adianta incluir estes óleos na alimentação, mas continuar consumindo alimentos ricos em gorduras ruins, como a trans e a hidrogenada. Outro ponto fundamental é fugir do sedentarismo, exercício físico é sempre indispensável, mais um forte aliado nesse processo”.

Fonte: Nature Center

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Nutrindo o Cérebro | Dieta Reforçada Auxilia na Memória e Concentração!

Cardápio adequado pode turbinar a resposta cognitiva, melhorar o pensamento e facilitar a assimilação.

(Foto: Agência Getty Images)

Cada vez mais as pessoas vivenciam um cotidiano turbulento, em decorrência da correria e bombardeio de informações a todo o momento. Junto a tantas responsabilidades, sejam em casa ou no trabalho, a rotina contemporânea pode gerar o estresse, o mal do século que já atinge 90% da população mundial, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Porém, nos dias atuais, é fundamental contornar estes desafios e manter a mente ativa: seja no trabalho, nos estudos ou ate mesmo no lazer, a capacidade de concentração é determinante para tanto para o bem estar quanto para o sucesso nas atividades. Ao contrario do que muitos podem imaginar este problema não está relacionado apenas ao esgotamento físico: uma dieta desequilibrada também pode estar prejudicando o bom desempenho cerebral. Isso porque este órgão é um dos principais queimadores de energia do corpo, necessita de uma série de nutrientes para manter-se produtivo. Sendo assim, fortalecer a dieta e apostar nos alimentos certos pode ser a resposta para turbinar o pensamento.

Máquina robusta

Um dos principais órgãos do corpo humano, o cérebro é um grande queimador de energia. Para se ter uma ideia, o centro de comando do nosso corpo consome sozinho de 20 a 25% de toda a força produzida. De acordo com a nutricionista Sinara Menezes, para um adulto, isso pode representar até 500 calorias ao dia (numa dieta padrão de 2000 calorias) e “esse é apenas um dos fatores ligados à boa nutrição: além da questão energética, diversos micronutrientes são fundamentais para saúde cerebral”. Isso porque sua estrutura altamente complexa é também expressiva: além dos 86 bilhões de neurônios responsáveis pela condução dos impulsos nervosos, existem nada menos do que 16 diferentes tipos de células nervosas trabalhando continuamente para processar e transportar informação, como um grande computador.

Curiosamente, ainda estamos descobrindo como este sistema impressionante funciona: pesquisas recentes revelaram que, ao contrário do que se imaginava, determinadas regiões do órgão continuam a produzir novas células nervosas mesmo na fase adulta, num processo conhecido como neurogênese. Tamanho esforço, além de demandar uma carga energética significativa, depende do bom funcionamento dessas estruturas – questão diretamente ligada à nutrição. De acordo com Sinara “não somente pela questão cognitiva: quando a dieta está pobre em nutrientes, não serão afetados apenas a memória ou o raciocínio. A própria sensação de prazer, bem estar e lucidez podem ser prejudicados, uma vez que o aporte de vitaminas, sais minerais e outros micronutrientes está diretamente relacionado à ação dos neurotransmissores.”

Aliados do cérebro

Sendo assim, a dificuldade de concentração ou a irritabilidade ocasionais, causadas pela estafa do dia a dia, podem ser fruto de uma alimentação inadequada. “Neste âmbito, a dieta age em duas frentes: primeiro como combustível, para manter o sistema nervoso funcionando, depois como preventor, mantendo as estruturas saudáveis e combatendo a ação de agentes nocivos aos neurônios.” – explica a profissional da Nature Center, que também aponta quais nutrientes e alimentos podem ser considerados verdadeiros aliados do cérebro:

Memória potente

Uma das funções mais importantes e fascinantes do nosso cérebro, a memória, nos ajuda a definir quem somos e a identificarmos tudo que nos rodeia. E apesar de tão fundamental, é cada vez mais comum encontrar pessoas que alegam ter problemas de memória e aprendizado. Isso porque, além do processo natural do envelhecimento que provoca a perda de neurônios, o estilo de vida moderno prejudica a concentração e o foco, processos essenciais para a fixação da informação: é de conhecimento científico que nosso cérebro aprende por meio de repetições e reconhecimento de padrões. Contudo, o que fazer para que esses contratempos não afetem nossa capacidade de aprendizado?

De acordo com a nutricionista, uma alimentação rica em Colina, uma das vitaminas do Complexo B, favorece na síntese da acetilcolina – um dos principais neurotransmissores do cérebro humano, responsável, dentre outras coisas, por armazenar as informações. A deficiência dessa vitamina pode tornar a memória menos eficaz, prejudicar a coordenação motora e dificultar o aprendizado. Para se ter uma ideia da importância das vitaminas, é altamente recomendado que as gestantes façam a suplementação de ácido fólico (vitamina B9), pois esse nutriente é fundamental para prevenir contra a malformação do tubo neural no bebê. Porém, sua importância não se limita somente aos fetos: o folato é fundamental  para a boa cognição e para a síntese de importantes neurotransmissores.

Turbinando a alimentação: “Aposte no ovo, que é rico em colina, assim como outras proteínas animais. Já as folhas verdes em geral, aspargos, brócolis e o abacate são boas fontes de ácido fólico”.

Lembre-se: sais minerais!

Outro nutriente de extrema importância é o magnésio: além de ser essencial para toda a saúde (ele está ligado à mais de 300 reações enzimáticas no organismo), se seu aporte não estiver adequado, o corpo não consegue produzir a acetilcolina – fundamental para a memória. Sua ingestão adequada melhora a plasticidade do cérebro – capacidade do órgão se reorganizar e fazer novas conexões entre os neurônios. Essa habilidade faz com que o cérebro se adapte diante da perda de células nervosas, ou até mesmo se remodele, de acordo com as experiências do individuo, a fim de melhorar sua resposta.

Outro sal mineral, o zinco, também merece destaque: esse nutriente age como um verdadeiro agente de limpeza no cérebro. Suas propriedades antioxidantes neutralizam a ação dos radicais livres – componentes que geram stress nas células e corrompem sua estrutura. Justamente por isso, seu aporte está relacionado a prevenção de doenças degenerativas como o Alzheimer. E não para por aí: o mineral também auxilia na eliminação de metais pesados e outras toxinas que podem se acumular e danificar as membranas celulares.

Turbinando a alimentação: “Enriqueça o cardápio com proteínas animas: carnes vermelhas e brancas e frutos do mar. Peixes, especialmente os de águas frias, como o salmão e a sardinha, são uma ótima opção: além de serem fontes de zinco, possuem Ômega 3, outro antioxidante benéfico ao cérebro. Já para aumentar o aporte de magnésio é recomendado investir em grãos, sementes e frutas como a banana e o abacate.”

Quem suplementa, raciocina melhor?

Diante de tantos nutrientes essenciais, muitos podem se questionar se é preciso suplementar para obter os benefícios. De acordo com Sinara, uma alimentação saudável e balanceada já é capaz de suprir essas necessidades. Porém, em alguns casos específicos, nos quais a variedade de alimentos é limitada ou a absorção é prejudicada, a suplementação pode ser interessante para contornar problemas da dieta. “Vegetarianos ou veganos, por exemplo, podem ter um aporte menos de determinadas vitaminas e sais minerais que se encontram em maior valor biológico em proteínas animais, por exemplo. Nesses casos, é interessante consultar um médico para avaliar se essa restrição alimentar não está por trás de sintomas como fadiga, dificuldade de concentração e outros problemas ligados ao sistema nervoso.”

Vilões do pensamento x medidas de apoio

Porém, não basta apenas caprichar no cardápio: outras medidas são essenciais para garantir o bom funcionamento do cérebro. A atividade física é uma delas: além de estimular a liberação de neurotransmissores, sair do sedentarismo beneficia a oxigenação cerebral e combate fatores que prejudicam o sistema nervoso, como o colesterol e a hipertensão arterial.

O sono é outro fator extremamente relevante para melhorar a função cognitiva: boa parte da fixação da informação e aprendizagem acontece durante o período noturno. É durante o descanso que o corpo faz a manutenção das principais estruturas: a melatonina, um hormônio produzido pela glândula pineal, é responsável por regular o relógio biológico, eliminar radicais livres e outras substâncias nocivas do organismo. A secreção dessa substância, curiosamente, se acelera quando somos expostos a ambientes escuros, justificando seu apelido de hormônio do sono.

E para finalizar, suplementar sem cuidar dos hábitos alimentares também não basta “A alimentação balanceada é fundamental, pois nenhum nutriente age sozinho, de forma isolada. É preciso seguir um cardápio equilibrado, até mesmo porque alguns hábitos do dia a dia podem prejudicar a produtividade cerebral. Alimentos extremamente doces e gordurosos, produtos altamente processados, álcool e fumo podem ser significativamente danosos tanto para o cérebro quanto para a saúde como um todo” – finaliza Sinara.

Fonte: Nature Center

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Farovitta | PIPOCA DE SORGO

 

FAROVITTA LANÇA PIPOCA DE SORGO

A marca de “superalimentos” Farovitta Superfoods apresenta sua alternativa para preparar pipoca de uma maneira ainda mais saudável.

PIPOCA DE SORGO

 

Farovitta Superfoods apresenta a Pipoca de sorgo, versão mais nutritiva e funcional. O Sorgo Integral da Farovitta é um cereal que contém tanino, um composto bioativo com elevada capacidade antioxidante, anti-inflamatória, adstringente e funcional. Além do alto poder antioxidante, a diferença da pipoca feita com sorgo para a pipoca de milho é que ela é menos calórica, contém menos carboidrato, tem mais proteínas, fibras e nutrientes do que a comum. E mais, o sorgo não é transgênico (quase todo o milho produzido no Brasil é transgênico).

Sobre o Sorgo

Exclusividade da marca, o Sorgo com Tanino é um cereal sem glúten de alta capacidade antioxidante e funcional. Ele também é fonte de fibras, proteínas, vitaminas, especialmente as do complexo B, além de minerais, como ferro, fósforo, potássio, magnésio e zinco. O Sorgo é originário da África e da Índia e é considerado um dos cereais mais importantes do mundo, base da alimentação de muitas culturas.

A Farinha de Sorgo Integral da Farovitta é feita por meio da moagem de grãos do cereal. Ela é muito versátil, podendo ser o substituto de farinhas convencionais para o preparo de massas, pães, bolos, empanados, entre outros. O produto ainda pode ser complemento nas vitaminas e frutas.

O Sorgo com Tanino foi especialmente plantado e cuidado para o consumo humano no Brasil, por meio de uma parceria entre a Farovitta com a Campofert. Para cultivar o cereal foi necessário obedecer rigorosos critérios de qualidade, saudabilidade, sustentabilidade e rastreabilidade.

Porque escolher o sorgo ao invés do milho?

Tem menos calorias

Rico em antioxidantes

Não é transgênico

Tem baixo índice glicêmico

Tem mais proteínas

Tem mais fibras

Tem mais nutrientes

Farovitta Superfoods é uma marca de “superalimentos” (alimentos com alta densidade nutricional), 100% nacional e que tem como foco levar saúde e equilíbrio para o dia a dia das pessoas, com muito sabor e praticidade. Todos os produtos Farovitta não contém glúten e lactose, são sem adição de açúcar, sal, conservantes ou aditivos, sendo alguns dos itens, orgânicos. Os “superalimentos” Farovitta são funcionais e oferecerem diversos benefícios à saúde quando consumidos regularmente.

Eles podem ser encontrados em todo o país, nos principais supermercados e hortifrútis, na loja virtual da Farovitta e na NATUE.

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ENTRE EM FORMA MESMO SEM TEMPO OU DINHEIRO

Para ter mais saúde e bem-estar, muitas pessoas têm buscado manter o corpo em forma e queimar os quilos indesejados. Mas engana-se quem pensa que para isso é preciso gastar muito dinheiro ou passar horas na academia. Acredite, dá para se exercitar em pequenas atividades diárias, de forma leve, divertida e o melhor: gastando pouco.


“Exercícios simples, que utilizam o próprio corpo, podem ser praticados em parques, praças e praias, como caminhar e andar de bicicleta, que são excelentes alternativas. No trabalho, você pode trocar o elevador pelas escadas. Nas atividades domésticas, pode passear com o cachorro. Tudo isso são exemplos que ajudam a aumentar o gasto calórico sem grandes gastos financeiros”, explica Mauro Guiselini, professor da graduação em Educação Física do Complexo Educacional FMU.

ACADEMIA EM CASA

Nina de Moraes, criadora da página Fitness de Pobre, no Facebook, coloca na prática as dicas do educador físico. Quando estava desempregada, percebeu que era possível se exercitar utilizando recursos simples do dia a dia e concluiu que poderia ajudar pessoas com a mesma condição financeira a não desanimarem. “Acredito que até fazendo faxina com música dá para se mexer, indo a pé onde for possível em vez de ir com algum meio de transporte. O importante é não ser sedentário e melhorar a qualidade de vida, e isso não demanda gastos”, conta.

No entanto, a prática de atividade física sem a orientação de um personal trainer exige alguns cuidados. Segundo Guiselini, a recomendação básica é estar liberado pelo médico, não ser portador de doenças do sistema cardiovascular e respiratório ou ter limitações musculoesqueléticas. Também é importante estar atento a desconfortos ou dores preexistentes na coluna e articulações dos tornozelos, joelhos e quadril. “Se o praticante está inativo, ou seja, é sedentário, ou está acima do peso recomendado, é fundamental iniciar de forma progressiva: três vezes por semana, se possível em dias alternados. De 20 a 40 minutos é o tempo recomendado para iniciar o programa de exercícios”, explica o docente.

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COMO FAZER EXERCÍCIOS EM CASA

ATIVIDADES AERÓBIAS (CAMINHAR, TROTAR E ANDAR DE BICICLETA): são eficazes para tornar o coração mais forte e resistente. Manter uma frequência cardíaca em torno de 110/120 batimentos por minuto consome cerca de 5 a 7 kcal/min (uma pessoa com cerca de 70 kg).

EXERCÍCIOS DE ALONGAMENTO, ABDOMINAIS, FLEXÕES DE BRAÇOS E AGACHAMENTO: são exercícios recomendados para fortalecer os músculos das pernas e abdome, além de melhorar a postura. O gasto calórico é cerca de 3 a 5 kcal/min.

PARA ENTRAR EM FORMA: MANTENHA O RITMO

A prática de atividade física aliada à alimentação saudável e equilibrada oferece benefícios que vão muito além da estética. Por isso, respeite o seu tempo e saiba entender o ritmo do seu corpo. “Não tenha pressa, tome cuidado com a ansiedade e não queira ficar ‘em boa forma em 30 dias’. Não acredite em propostas milagrosas – dietas radicais e exercícios vigorosos podem não ser para você”, ressalta Guiselini.

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DIABETES CAUSA IMPOTÊNCIA SEXUAL?

DESCUBRA SE DIABETES CAUSA IMPOTÊNCIA SEXUAL

O excesso de açúcar no sangue, comum em portadores de diabete, pode desencadear processos inflamatórios e diversas complicações, como a neuropatia diabética, que acomete o sistema nervoso, causando degeneração das células e perda de sensibilidade em nervos periféricos, como as pernas e os pés.
Uma das consequências da neuropatia diabética é a impotência sexual em homens, pois o excesso de açúcar compromete os vasos sanguíneos e nervos da região genital, causando prejuízo à circulação sanguínea e até perda de sensibilidade desses nervos, por isso a diabetes causa impotência caso os níveis de glicose não sejam mantidos dentro dos padrões normais.

IMPOTÊNCIA SEXUAL NA DIABETE: COMO TRATAR

Além da correta medicação, quando necessário, a alimentação também possui grande importância no controle dos níveis de glicemia e pode ajudar a prevenir as complicações comuns da diabete, como a impotência sexual. Confira:

  • Alimentos antioxidantes: a elevação de açúcar gera aumento dos radicais livres e do estresse oxidativo, que pode levar ao agravamento da disfunção endotelial (comprometimento dos vasos sanguíneos). Os alimentos antioxidantes ajudam a diminuir os danos causamos pelos radicais livres. Invista em frutas vermelhas, frutas cítricas, castanhas, sementes de abóbora e de girassol, cebola roxa e leguminosas como lentilha e feijão.
  • Melhora da circulação sanguínea: as frutas vermelhas e roxas, como cereja, amora e suco de uva, são ricas em antioxidantes e compostos que ajudam a melhorar a circulação sanguínea, como as antocianinas. Já a beterraba, seja in natura ou na forma de farinha de beterraba, é fonte de nitrato, que no organismo dá origem ao óxido nítrico, que possui ação vasoativa, ou seja, causa vasodilatação, aumentando o fluxo sanguíneo nos tecidos.
  • Carboidratos de baixo índice glicêmico: para ajudar no controle da diabete é importante incluir boas fontes de carboidratos na alimentação, como os cereais integrais, batata-doce, mandioca, além de controlar a ingestão de carboidratos refinados, como as farinhas brancas.
  • Ácido lipóico: obtido através de fontes alimentares, como carnes, mas principalmente através da suplementação, o ácido alfa lipóico pode ajudar na melhora da sensibilidade à insulina pelas células e ainda possui elevada ação antioxidante, auxiliando na prevenção da neuropatia diabética.
  • Ômega 3: essa gordura boa possui diversas funções importantes ao organismo, como ação anti-inflamatória e melhora da circulação sanguínea, por isso também é importante para pessoas com diabete. As fontes alimentares são os peixes de água fria, como a sardinha e o salmão, sementes de chia e de linhaça. A suplementação de ômega 3 é indicada caso o consumo alimentar não supra as necessidades diárias.
  • Cromo: é um mineral que está relacionado com o metabolismo da glicose, melhorando a ação da insulina nas células, por isso é importante no controle da diabete. As principais fontes alimentares de cromo são os cereais integrais, levedo de cerveja, cogumelos e carnes. O uso de suplementos como picolinato de cromo também pode ser indicado caso o consumo alimentar seja insuficiente.

DIABETE E ATIVIDADE FÍSICA

A prática de pelo menos 30 minutos de exercícios físicos todos os dias é importante para o tratamento para diabetes e também colabora para o controle da glicose no sangue, atuando como fator protetor contra as complicações típicas da doença, mas é importante que tenha acompanhamento profissional para prevenir o risco de lesões. As atividades mais indicadas são:

  • Natação e hidroginástica
  • Ciclismo
  • Dança
  • Atividades de baixo impacto
  • Caminhadas

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