Não É Normal | Autoconhecimento Feminino

Campanha Não É Normal entra na moda e ganha peças exclusivas em parceria com ONGs Coleção de peças exclusivas com assinatura da campanha enfatiza a importância do autoconhecimento feminino

O movimento “Não é Normal” entra no seu segundo ano de ativação com o objetivo de levar o maior número possível de mulheres a refletirem sobre a intensidade de seu fluxo menstrual.

A iniciativa, que partiu das ONGs Instituto Plano de Menina e CDD, com apoio da divisão de Saúde Feminina da Bayer, farmacêutica líder no segmento, foi criada pela agência CRANE e tem como objetivo estimular a discussão sobre o Sangramento Uterino Anormal (SUA), que acomete 1 em cada 3 mulheres em algum momento de sua vida, de acordo com a Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO).

Neste ano, para impactar ainda mais o público feminino, a marca digital de moda AMARO se uniu às ONGs e à Bayer, e, juntas, co-criaram uma coleção de peças exclusivas com a assinatura da campanha “NÃO É NORMAL”, que já estão disponíveis para venda no aplicativo e no site da marca, num espaço especialmente dedicado à coleção cápsula.

Entre as peças estão Moletom, Short, Macacão, Jaquetas, Vestido, Muscle Tee e T-Shirt, que podem ser adquiridas pelo site www.amaro.com. Todo o lucro arrecadado com as vendas da coleção será doado às ONGs, para que possam continuar com ações que promovam e contribuam com a saúde da mulher. “A AMARO é uma marca que inspira as mulheres a viverem as suas histórias e aventuras, e a SUA é uma condição que impede as mulheres de aproveitar esses momentos ao máximo. Acredito que como marca, temos um papel na sociedade, e usar o nosso alcance para promover um diálogo importante como esse e melhorar a vida das mulheres está no nosso DNA”, Denise Doordiretora de marketing da AMARO.

Dentro das demais ativações da campanha está ainda a participação da ex-BBB Dra. Thelma Assis, em uma live que abordou o assunto de uma forma mais próxima e direta com as mulheres. Além disso, a TV também está sendo um canal de transmissão, já que a campanha esteve presente nos programas É de Casa, Encontro com Fátima Bernardes e Bem-Estar.

Com o objetivo de ampliar o awareness e estimular conversas na internet – sempre ampliando as discussões sobre SUA e saúde da mulher, a CRANE está colocando na rua também estratégias de comunicação no digital, ambiente onde estará boa parte do conteúdo da campanha: na landing page (www.naoenormal.com.br), nas redes sociais e em portais, tais como UOL, onde a campanha ganhará o reforço de um dos nomes da Medicina com mais aderência junto ao público: Dr. Dráuzio Varela, que também apoia o movimento.

Estamos retomando esta discussão no segundo ano de campanha, pois esse é um tema de fundamental importância. Cada vez mais temos a certeza de que esse é um movimento que deve continuar. Enquanto houver mulheres que vivem com o SUA (Sangramento Uterino Anormal) sem saber, nosso trabalho precisa seguir. Com intuito de construir o maior alcance possível, os canais escolhidos para a campanha deste ano levarão a mensagem para ainda mais mulheres em todo o Brasil”, afirma Fabio ShimanaCEO da CRANE.

Movimento Não é Normal

O Movimento Não é Normal foi criado em 2019 pelas as ONGs Instituto Plano de Menina e CDD, com apoio da divisão de Saúde Feminina da Bayer, com o objetivo de levantar a bandeira de se falar de menstruação sem tabus, tendo em vista que o alto fluxo menstrual pode significar que a mulher seja portadora do Sangramento Uterino Anormal (SUA), condição que acomete 1 em cada 3 mulheres.

A campanha gerou conversa acerca deste assunto, de extrema importância, levando informação, encorajando-as a não ignorarem os sintomas e a questionarem seus médicos em busca de um diagnóstico preciso. O resultado disso foram milhões de mulheres impactadas por uma causa que alerta sobre esta condição que é comum, mas pode não ser normal e não precisa ter uma influência tão negativa em suas rotinas. Ainda hoje, há quem fale para as mulheres que sangram em excesso que elas precisam se acostumar, porque “é assim mesmo”, mas não é normal se sentir mal.

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