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O Rubi é uma pedra preciosa avermelhada, cuja cor é causada principalmente pela presença de Crômio. O Rubi é minerado na África, Austrália, Myanmar, Sri Lanka e na Tailândia. Algumas vezes ocorrem juntamente com Espinelas, nas mesmas formações geológicas, ocorrendo confusão entre as duas espécies: no entanto, bons exemplares de Espinelas vermelhas têm um valor próximo do Rubi.
O Rubi tem dureza 9 na escala de Mohs, e entre as gemas naturais somente é ultrapassado pelo Diamante em termos de dureza. As variedades de Corindon (óxido de alumínio, presente no Rubi) não vermelhas são conhecidas como Safiras. As gemas de Rubi são valorizadas de acordo com várias características incluindo tamanho, cor, claridade e corte. Todos os Rubis naturais contêm imperfeições. Por outro lado, Rubis artificiais podem não conter imperfeições. Quanto menor o número e menos óbvias as imperfeições, mais caro é o Rubi – a menos que não tenha imperfeições (i.e., um Rubi “perfeito”) – então ele é suspeito de ser fabricado artificialmente e seu status de gema sem preço não é garantido. Alguns Rubis manufaturados têm substâncias adicionadas a eles para que possam ser identificados como artificiais, mas a maioria requer testes gemológicos para determinar a sua origem. O maior Rubi estrela do mundo é o Rajaratna, que pesa 495 g. O maior Rubi estrela-dupla do mundo (com uma estrela de 12 pontas) é o Neelanjali, pesando 274 g. Ambos pertencem à G. Vidyaraj de Bangalore, Índia.
As aparições dos Rubis podem ser notadas em diversas religiões também. Na Bíblia, ou seja, para o povo cristão, o mineral é citado como pedra sagrada. Já no budismo, a pedra preciosa foi comparada às lágrimas de Buda, enquanto no Hinduísmo acredita-se que ela surja do sangue de Azura.
Dentre os seus “poderes”, acreditava-se que os Rubis pudessem ser utilizados para estancar sangramentos (especialmente por gladiadores), para a proteção dos seus donos das desgraças mundanas, para a harmonia com os vizinhos e para o favorecimento do amor, beleza e sucesso.
TRISKLE | O TRIPLO ESPIRAL CELTA

O Triskle, Triskelion, Triskelle, é um dos mais comuns símbolos Celtas usados na cultura popular, também conhecido como o Triplo Espiral.
O Triplo Espiral é um símbolo formado por três espirais interligados de uma forma fluída trazendo uma variedade de significados. Acredita-se que é um símbolo Pré-Celta. Já é utilizado desde os tempos do período Neolítico, como no túmulo de Newgrange, datado de por volta de 3200 a.C. O símbolo está talhado em vários lugares, especialmente em uma grande pedra na entrada. Foi usado a mais de 2.500 anos antes dos Celtas chegarem à Irlanda. E depois encontrado em manuscritos Cristãos.


Desde que o Cristianismo encontrou o seu caminho até a Irlanda, o Triskelion se tornou símbolo da Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Nessa perspectiva podemos ver a temática da natureza cíclica de vida e eternidade. Os antigos Celtas reconheciam dois componentes olhando para um Triskelion:

O primeiro componente lida com a fluidez das “pernas” na aparência do símbolo. Os Celtas consideram como uma indicação de movimento, uma vez que as três “hastes” estão sempre posicionados de uma forma que dão a impressão de estar em constante movimento para a frente. Por isso os Celtas (e outros grupos através da Europa Ocidental que usam o símbolo) associam o Triskelion com a ideia de ação e movimento em frente.
Os Celtas também tem outra maneira de interpretar o Triskelion, focada especialmente no número três. Várias trindades podem ser representadas por este símbolo, dependendo da região, cultura, era e indivíduo.
Espírito, corpo e mente, Pai, filho e Espirito Santo, passado, presente e futuro, Ativo, passivo e neutro etc….Também representado em uma trilogia divina Hinduísta como Criador, Destruidor e Preservador.
Na maior parte das vezes o Triskelion é visto como uma representação dos três mundos da crença Celta: Mundo Celestial, Mundo dos Mortais e Outro Mundo. No Mundo Celestial, o Sol, a Lua, vento e água existem juntamente com outras energias físicas. Humanos, plantas e animais habitam o Mundo dos Mortais. O Outro Mundo é a casa dos Deuses, Deusas e espíritos. Todas estas teorias são aceitas pelos Celtas.
Várias representações do símbolo são usadas até hoje como na bandeira da Ilha de Man, Bretanha e Sicília. Também no uniforme de armas de Wappen Fussen na Alemanha.




































