O novo conceito de guarda-roupa compartilhado do Brasil!
House of Bubbles: “guarda-roupa” compartilhado em Pinheiros
Roupateca: Daniela Ribeiro e Nathalia Roberto, em conjunto com o empresário Wolf Menke, responsável pelas outras houses, definem como roupateca o projeto recém-inaugurado em São Paulo. O espaço localizado em Pinheiros abriga um guarda-roupa compartilhado. Um caminho sustentável sem estar amarrado à venda de peças.
Daniela Ribeiro e Nathalia Roberto, Sócias da HOUSE OF BUBBLES
O acesso ao acervo construído de maneira colaborativa se dá por meio de uma assinatura mensal que dá aos consumidores acesso a peças-chave de coleções, que incluem mais de cem peças de marcas internacionais como Anthropologie, Comptoir des Cotonniers, Zadig & Voltaire, Christian Dior, e etiquetas também brasileiras, como Osklen, Cris Barros e Reinaldo Lourenço. No final da locação, tudo o que for retirado precisa estar lavado e em perfeito estado.
“Queríamos algo mais sustentável que não fosse amarrado a venda. Eu acredito fortemente que a House of Bubbles pode fazer as pessoas perceberem que fazendo uso de um guarda-roupa completo e compartilhado muito desejado é uma grande coisa. Esperamos que a cada dia mais e mais pessoas percebam que em um mundo com recursos finitos, não há necessidade de comprar tudo, há outras maneiras de obtermos o que queremos.” Dani Ribeiro.
House-of-Bubbles
Um serviço da assinatura mensal, onde cada cliente pode alugar um, três ou seis peças de cada vez. Não é apenas limitado a roupa ou seja, inclui acessórios e sapatos. Cada aluguel é válido por 10 dias e, ao final desse período, o cliente pode retirar novos itens ou renovar aqueles que já estão na sua posse.
Além do serviço de aluguel, o prédio também dispõe de uma lavandaria sef-service, assim os clientes podem lavar todas as peças alugadas ali mesmo.
A princípio, a House of Bubbles trabalha com um limite de 50 assinantes. Mas a ideia é que esse grupo cresça, a medida que o closet se torne mais numeroso. Por isso, eles abrem espaço também para quem deseja contribuir com a seleção de roupas e para marcas parceiras, como Flavia Aranha, Kimonaria, Reserva e Insecta Shoes. Tudo para atender mulheres e homens dos mais variados tamanhos.
Serviço:
Rua Doutor Virgílio de Carvalho Pinto, 61 – Pinheiros
Seg. a sex., das 11h às 20h. Sáb., até às 17h
Olá Meninas, vocês já ouviram falar do Projeto Gaveta?
Por Giovanna Nader e Raquel Vitti Lino
Inicialmente, o propósito fundamental do Gaveta era difundir o conceito de clothing swap (troca de roupas) no Brasil, criando uma rede onde os participantes pudessem trocar, entre si, roupas que não usam mais.
Percebendo a necessidade de um espaço maior para incentivar uma moda mais humana, real e sustentável, decidimos ampliar a ideia: o que era apenas um projeto tornou-se, então, um movimento. Hoje temos como objetivo a conscientização das pessoas. Apoiamos a moda como reflexo de uma expressão pessoal. Queremos a diversidade de estilos, a originalidade, espontaneidade e autenticidade.
Como Viver Essa Experiência:
Para participar da troca de roupa você deve seguir os seguintes passos:
1 – Vá ao seu armário e separe tudo aquilo que não use mais. Nesse momento, não tenha medo de desapegar. Por melhor que seja a roupa, se ela estiver parada, mande para nós. Lembre-se que teremos muitas outras roupas lindas te esperando no evento.
2 – Quando estiver com tudo separado, envie-nos um e-mail para projetogaveta@gmail.com para se cadastrar na rede de troca, e nós lhe informaremos sobre a entrega das roupas.
3 – Após a recolha, suas peças passarão por uma seleção, em que só escolheremos aquelas que realmente têm potencial de troca.
Para cada peça escolhida você ganhará moedas Gaveta conforme a tabela abaixo:
IMPORTANTE: vale ressaltar que não haverá devolução de peças. As peças que não passarem na pela nossa seleção serão doadas para quem precisa por meio do “Gaveta na Rua“.
4 – Após a seleção, enviaremos um e-mail informando o seu crédito, que será trocado por moedas Gaveta no dia do evento.
5 – Prontinho! Aí é só se programar e já anotar na agenda o dia do próximo evento. O último evento aconteceu no dia 28/11/2015 no MIS em São Paulo.
O Projeto Gaveta 1ª Edição aconteceu em novembro de 2014 na Escola São Paulo e contou com 75 participantes e 1.600 peças na rede de troca.
Participe Você Também!
Espia só!
FAÇA SUA PARTE
O Gaveta é um projeto cultural inserido na Lei Rouanet pelo Ministério da Cultura, e para existir conta com o apoio de empresas e pessoas físicas que revertem ao projeto parte dos impostos devidos ao governo federal.
Nossos apoiadores obtém desconto de 100% do valor destinado ao projeto e usufruem de uma política de relacionamento personalizada, tendo sua marca/nome vinculado ao Gaveta, que promove o desenvolvimento de práticas sustentáveis na moda brasileira. Para fazer parte desse movimento entre em contato com projetogaveta@gmail.com.
Vestido que ficou famoso no início de 2015 pode ser alvo de processo judicial.
O vestido que ficou famoso no começo de 2015 por causar confusão sobre a percepção de suas cores pode agora ser alvo de uma batalha judicial no Reino Unido por conta dos direitos autorais sobre a imagem que deu origem à polêmica.
A potencial disputa judicial deve se focar na propriedade intelectual da fotografia que viralizou em redes sociais e sites de notícias ao redor do mundo com a pergunta: você vê o vestido azul e preto ou branco e dourado?
Paul Jinks e Cecilia Bleasdale, o casal que comprou o polêmico vestido e tirou a foto, exige o crédito e ganhos pelas imagens que rodaram o mundo. Por este mesmo motivo, a foto original não está sendo usada nesta reportagem.
Segundo eles, a filha de Cecilia estava de casamento marcado e os dois saíram em busca de um vestido para a mãe da noiva. Ela bateu três fotos, de três vestidos diferentes, e enviou para a filha.
Para sua surpresa, a filha respondeu “Este é lindo, mamãe. O branco e dourado”, referindo-se ao vestido azul e preto. ??????????
No dia do casamento, ao usar o vestido, não restou dúvidas de que ele era, de fato, azul e preto. O que Cecilia não sabia é que sua filha tinha postado a foto recebida em seu perfil no Facebook, com a história engraçada, e que uma de suas amigas e cantora da banda que animaria o casamento, Caitlin McNeill, havia compartilhado a foto em seu Tumblr.
Frustração e processo judicial
Sem nem imaginar o alcance global que a foto teria ao enviá-la de seu telefone celular, ainda de dentro do provador da loja, Cecilia Bleasdale diz que agora, em retrospecto, sente-se frustrada pelo fato de que ela e o marido, que bateram a foto, não foram lembrados.
“Bem, nós fomos deixados completamente de fora da história”, diz o marido, Paul Jinks.
“Tudo aconteceu tão rápido, nós não tivemos controle”, acrescenta Cecilia.
O casal diz ter contratado um advogado para auxiliar num potencial processo judicial para requerer os direitos autorais da imagem.
“Nós víamos todas as empresas usando o azul e preto e branco e dourado para vender seus produtos e ninguém queria ficar de fora”, diz a mãe da noiva.
Para Paul, o assunto é mais objetivo. “Basicamente eles tomaram nossa propriedade e lucraram em cima dela sem nos dar o mínimo crédito, um agradecimento, nada”, indica.
Eles já participaram do programa de Ellen DeGeneres, nos Estados Unidos, mas deram poucas entrevistas no Reino Unido.
Consultado pelo BBC Trending (blog em inglês da BBC sobre histórias por trás de casos muito comentados nas redes sociais), o site Buzzfeed, que primeiro divulgou as imagens, disse que um leitor enviou a foto e que a empresa “leva muito a sério os direitos de propriedade intelectual e que se houver qualquer assunto inadvertente ou erro, serão corrigidos prontamente”.
A ciência por trás da polêmica
Por que ninguém concorda com a cor do vestido?
De acordo com o site de tecnologia Wired.com, a chave para decifrar o enigma do vestido está na forma como os olhos e o cérebro evoluíram para ver cores na luz solar.
Como os seres humanos evoluíram para ver a luz do dia, seus cérebros começaram a levar em conta o fato de que a luz muda de cor. Os objetos têm um certo tom vermelho rosado de madrugada, mais azul-branco ao meio-dia, e voltam a ser mais avermelhadas no pôr do sol.
O cérebro tenta descontar o efeito da luz do sol (ou outra fonte de luz) para chegar a uma cor “verdadeira”.
Por isso, algumas pessoas veem azul no vestido mas seus cérebros ignoram isso, atribuindo a cor azulada à fonte de luz, em vez de ao próprio vestido. Elas veem branco e dourado.
Os cérebros dos outros atribuem o azul que eles veem ao próprio vestido.
Este fenômeno existe há milhões de anos, mas há algo especial nesta foto do vestido que tornou as diferenças na forma como vemos a cor mais clara do que nunca.
Viral
Além da potencial briga judicial que deve ter início na Grã-Bretanha, o caso do vestido mostrou no ano passado a força que um assunto pode ganhar mundialmente ao se tornar viral na internet.
A matéria doBuzzfeed, responsável por tornar o assunto polêmico no fim de fevereiro de 2015, recebeu mais de 39 milhões de acessos, foi compartilhada mais de 20 milhões de vezes e fez com que o site batesse o recorde de visitantes simultâneos: 670 mil pessoas acessaram a página ao mesmo tempo.
Logo depois o assunto também ganhou as páginas do jornal norte-americano The Washington Post, da revista Wired e de vários blogs de moda, e o efeito dominó se seguiu pela internet, programas de TV e conversas de amigos ao redor do mundo.
Segurança redobrada e festividades controladas, mesmo assim Paris deu as boas vindas ao Ano Novo. As principais cidades europeias ameaçadas pelo terrorismo jihadista recebem 2016 com um forte dispositivo de vigilância. Além de Paris, Bruxelas também não teve fogos de artifício.
Você já conhece os Adesivos antissinais Supérbia? Eles combatem as rugas de forma simples e natural.
Prevenir ou suavizar as rugas sem recorrer a métodos invasivos, Adesivos Antissinais Supérbia, fabricados pela LENIC, empresa 100% brasileira.
A LENIC foi criada por duas sócias pensando em desenvolver produtos que proporcionassem às pessoas uma beleza possível. Beleza possível para nós, é cuidar do que somos. Tem como objetivo levar aos clientes produtos de altíssima qualidade testados e certificados, de empresas reconhecidas como as melhores em seus segmentos. Desenvolveu a linha pensando em proporcionar resultados rápidos e eficazes com uma fórmula livre de quaisquer tipos de ativos e medicamentos e reutilizáveis. Para ela e para ele.
Seus sinais não precisam ser tabu. São parte da vida. Para amenizá-los, conte sempre com Supérbia e faça das rugas um motivo a menos para se preocupar. Simple e Fácil!
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por serem feitos com silicone grau médico e não possuírem remédios em sua formulação, permitem que qualquer pessoa os usem.
Não provoca alergias ou irritação na pele.
Fácil utilização: Supérbia é auto adesivo e reutilizável. Por ser maleável, não incomoda na hora de dormir.
E seus formatos são adequados aos contornos da região aplicada, colo, testa e olhos .
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Caso seja mais confortável, é possível recortar seu adesivo em um formato mais anatômico para seu rosto ou colo.